Embora possa ser uma simples expressão de que o amor é “cego”, recentemente um estudo realizado pela Universidade de Londres descobriu que isso é uma realidade. O amor romântico e materno produz um efeito muito semelhante sobre o cérebro… com uma diferença bastante significativa: o romântico ativa o hipotálamo, o setor que é responsável pela excitação.

PATROCINADO

O estudo descobriu algo que muitos já sabiam, sim o amor nos cega: tudo de ruim e pontos negativos que seu parceiro possui são suprimidos por conta desse amor.

#couplegoals #cutecouple #balkancouple @dneladriano

PATROCINADO

A photo posted by B.A.L.K.A.N (@balkanianpage) on

Ou seja, as pessoas que estão cegas, no amor, não dão ouvidos para o que os outros têm a dizer ao seu parceiro e são incapazes de criticar ou dizer algo negativo sobre o amor que eles têm por ele. O motivo disso é a excitação.

A pesquisa digitalizou mais de 20 cérebros expostos ao amor materno e o amor dos casais e sim, as reações são semelhantes, mas …

%image_alt%

A grande diferença entre estes dois tipos de amor é a euforia. É sabido que o nosso cérebro libera dopamina e oxitocina, causando prazer. O amor é um sentimento que dá prazer e felicidade. Quando influenciado ele “cega” o nosso cérebro para que esse sentimento fique intacto com a gente.

Em conclusão, a pesquisa mostrou que as pessoas que estão sob o efeito do amor cego adoram idealizar seus parceiros porque seu cérebro se agarra ao prazer e a euforia.

%image_alt%

agora podemos dizer com segurança que o amor é realmente cego.

ImagensUpsocl