Hoje nós iremos falar sobre um assunto que é muito polêmico, a homossexualidade. A homossexualidade e a bissexualidade são milenares em existências comportamentais, sociais e culturais. Como todo ser humano, temos nossas próprias angústias existenciais decorrentes do nosso caminhar pela vida, sendo intrínseco do estar no mundo. Você com certeza já ouviu falar sobre reabilitação de pessoas viciadas em álcool ou drogas, não é mesmo? Mas você já ouviu falar também em reabilitação de pessoas homossexuais? Chega a ser cômico ler e fazer uma pergunta como estas, mas… infelizmente, é o que nossa sociedade vem nos obrigando a fazer.

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O preconceito de algumas pessoas chegam a ser tão grande e ridículo que parecem ultrapassar a barreira humana de coisas absurdas e desrespeitosas. Existem clínicas ao redor do mundo que de alguma maneira se disfarçam em clínicas para usuários de drogas e álcool e prometem ter uma “cura” para o homossexualismo. A fotógrafa equatoriana Paola Paredes ouviu diversas histórias de pessoas que presenciaram coisas terríveis nestes locais e decidiu fazer algo impressionante para relatar o problema e o comportamento abusivo que ocorre no lugar.

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Paola Paredes é uma homossexual assumida e para concretizar seu trabalho em denunciar estas clínicas abusivas se passou por uma pessoa que procurava “tratamento” para sua “escolha” pessoal, que é melhor tratada por lá como uma “doença”. O curioso é que ela colocou um microfone no sutiã e passou a documentar a rotina das vítimas, que passam fome, agressão física, estupro, estudos bíblicos e são forçadas a rezar, além de trabalho escravo, como, por exemplo, escovar um banheiro usando apenas uma escova de dente, dentre outros abusos que simplesmente são desumanos.

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Neste local as pessoas não são chamadas pelo nome, mas sim por pacientes, enfatizando mesmo que eles são “doentes” e sofrem de algum tipo de transtorno. Dentre muitas coisas horrorosas que são forçados a fazer, ela chegou a afirmar que os “pacientes” já sofreram até de estupro coletivo.

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Paola diz ter ficado mais chocada com uma coisa em especial, segundo ela as meninas são obrigadas a usar maquiagem forte, saias curtas e salto alto todos os dias. Dentre tantos abusos uma revelação foi obtida, uma das funcionárias confessou que deu a uma paciente uma mistura de líquidos por ter tido, segundo ela, comportamento ruim. A suspeita é que a bebida tinha cloro, café amargo e água sanitária por conta do cheiro forte que exalava.

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Paola realizou uma pesquisa e constatou que só no Equador existem mais ou menos 200 clínicas voltadas para a “cura” do homossexualismo. E como nós dissemos anteriormente na matéria, todas elas se disfarçam de clínicas para tratamentos voltados a pessoas que sofrem de alcoolismo ou querem se livrar das drogas. Paola levou meses para entrevistar vítimas e reunir diversas histórias de humilhação e abuso. O interessante foi que as vítimas pediram que ficassem anônimas, por medo. Paola afirmou que o local cobrava de 500 a 800 dólares por mês e outros exemplos espalhados pelo mundo, principalmente nas Américas, todos operam da mesma forma, completamente disfarçados. Nós do Super Tela trouxemos para você os áudios que foram relatados no local. Confira:

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