Hoje em dia há muita maldade no mundo, pessoas machucam pessoas diversas vezes, e muita dessas vezes são por prazer, algo que realmente é desumano. E os seriais killers estão presentes nesse quadro de criminosos que matam por prazer, você conhece algum serial killer que é brasileiro? Não? Então vai conhecer. Ele coleciona mais de 100 mortes, e é considerado o maior serial killer brasileiro de todos os tempo, você está prestes a conhecer o Pedrinho Matador!

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A história

Pedrinho Matador ao dar uma entrevista para a RedeTV!Pedro Rodrigues Filho, conhecido como Pedrinho Matador, nasceu em 1954 na cidade de Santa Rita do Sapucaí-MG, é um psicopata, considerado pelo mundo o maior serial killer brasileiro. O seu primeiro homicídio foi quando ele tinha apenas 14 anos e continuou matando desde então, hoje em dia ele é considerado culpado de mais de 100 homicídios, incluindo até mesmo o do próprio pai. Metade de suas vítimas ele matou em presídios, quando ele se “hospedava” por eles. Ainda não respondeu por todos os crimes, mas já foi condenado a quase 400 anos de prisão, essa é a maior pena privativa de liberdade já aplicada no Brasil.

O pai de Pedrinho bateu na mãe dele quando ela estava gestante do próprio, e Pedrinho nasceu com o crânio ferido. Conta que teve vontade de matar pela primeira vez aos 13 anos. Numa briga com um primo mais velho, empurrou o rapaz para uma prensa de moer cana, e seu primo não morreu por pouco. Aos 14 anos ele matou o vice-prefeito de Alfenas-MG, por ter demitido seu pai, um guarda escolar, o pai tinha sido acusado de roubar merenda escolar. Depois matou outro vigia, que e podia ser o verdadeiro ladrão. Refugiou-se em Mogi das Cruzes-SP, e ali começou a roubar bocas de fumo e matar traficantes.

Conhecendo um amor e colecionando mais mortes

Conheceu uma viúva de um traficante, vulgo Botinha, e foram viver juntos, com o tempo foi obrigado a matar os rivais. Morou com ela até a policia matá-la. Pedrinho fugiu, mas não deixou a venda de drogas. ‘Contratou’ soldados e montou o próprio negócio.

Para vingar a ex-namorada, torturou várias pessoas para encontrar os responsáveis. O mandante, um antigo rival, acreditava-se foi ele que matou sua ex-namorada. Pedrinho e quatro amigos o visitaram durante uma festa de casamento. Deixaram um rastro de 7 mortos e 16 feridos. O Pedrinho ainda não tinha completado nem 18 anos. Ainda em Mogi, executou o próprio pai numa cadeia da cidade, depois que este matou sua mãe com 21 golpes de facão por todo o corpo. A vingança do filho veio com atos de canibalismo, além das facadas, arrancou o coração do pai e comeu um pedaço e sorria muito da cara do pai.

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Pedrinho foi preso em 1973 e viveu durante sua vida adulta ali mesmo. Em 2003, apesar de já ter sido condenado a 126 anos de prisão, esteve para ser libertado, pois a lei brasileira proíbe que alguém passe mais de 30 anos no presídio. Porém, por causa de crimes cometidos dentro dos presídios, que aumentaram suas penas para quase 400 anos, sua permanência na prisão foi prorrogada pela Justiça até 2017 Pedrinho contava com a liberdade para refazer sua vida ao lado da namorada, uma ex-presidiária que não se sabe a identidade ainda. Eles se conheceram trocando cartas. Depois de cumprir pena de 12 anos por furto, ela foi solta e visitou Pedrinho na cadeia de Taubaté.

Pedrinho um verdadeiro monstro

Por ser contra a violência e abuso sexual contra mulheres, Pedrinho afirmou: “Vou matar o motoboy”, quando se referiu ao Maníaco do Parque, um estuprador brasileiro, também muito conhecido pelo povo do Brasil. Promessa que não foi cumprida. Certa vez, numa prisão de Araraquara, no interior de São Paulo, degolou com uma faca sem fio o homem acusado do assassinato de sua irmã. “Ele era meu amigo, mas eu tive de matar.”

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Jurado de morte por companheiros de prisão, Pedrinho é um mito de sobrevivência no duro regime carcerário. Dificilmente um encarcerado dura tanto tempo. Matou e feriu dezenas de companheiros para não morrer. Certa vez, atacado por cinco presidiários, matou três e os outros dois assustados correram. Matou um colega de cela porque ‘roncava demais’ e outro porque ‘não ia com a cara dele’. Para mostrar que ama verdadeiramente um homicídio tatuou no braço esquerdo: ‘Mato por prazer’

Pedrinho é a descrição perfeita do que a medicina chama de psicopata, uma pessoa que não tem nenhum remorso e nenhuma compaixão por outras. Os psiquiatras que o analisaram em 1982 para um laudo pericial, escreveram que a maior motivação de sua vida era ‘a afirmação violenta do próprio eu’. Diagnosticaram ‘caráter paranóide e anti-socialidade’. Após permanecer 34 anos na prisão, foi solto em 2007. Informações da inteligência da Força Nacional de Segurança indicam que ele foi para Fortaleza, no Ceará. Mas ninguém sabe por onde ele anda desde então.

Veja neste vídeo uma entrevista que Pedrinho deu a TV Record, ele fala sobre a sua vida e seu desejo de matar, conta até mesmo nos mínimos detalhes a sensação de matar alguém. Não fique de fora dessa e veja a entrevista que Pedrinho Matador deu a TV Record, é muito importante saber o que passa na mente de um psicopata que considerado o maior serial killer brasileiro, confira!

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Conheça o maior serial killer brasileiro

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