Sem dúvida, as obras de Leonardo Da Vinci são algumas das mais enigmáticas já criadas pelo homem, ainda mais suas pinturas, as quais já foram alvos de muitos estudos e pesquisas que diziam haver algo escondido na Última Ceia ou no sorriso enigmático de Mona Lisa, da qual falaremos a seguir.

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Monalisa

Criada no começo do século XVI e dada ao rei da França no final do século XVII, a Mona Lisa passou a habitar os aposentos do Louvre, um dos maiores museus já criados, onde repousa até hoje, mas pouco mais de 500 anos após sua criação, o cientista francês Pascal Cotte perturbou seu descanso e afirma ter encontrado um retrato escondido na obra-prima de da Vinci.

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Para chegar a tal descoberta, Cotte utilizou-se de uma recente técnica chamada de método amplificador de camadas (LAM, em inglês) para descobrir não somente um segundo retrato, mas uma segunda por trás de Mona Lisa; a técnica não é invasiva, portanto, a pintura não sofreu alterações e danos.

Depois de bombardeá-la com diversas intensidades de luzes diferentes e captá-las em uma câmara, Cotte percebeu diversas pequenas mudanças, que serviram para indicar variações não visíveis a olho nu, já que cada camada contava como um “relevo” na leitura. Segundo Cotte, a LAM é capaz de detectar até mesmo as mínimas e finas camadas de uma pintura, indicando se há e quantas camadas uma pintura possui.

Essas pequenas variações, então, foram usadas para mapear o que poderia ser um segundo retrato e o resultado foi o seguinte:

O que mostra que o retrato de Mona Lisa que vemos hoje não é na verdade a verdadeira Lisa, seria ela uma impostora? Ou apenas um disfarce? Sabe-se apenas que quando Leonardo da Vinci estava construindo o quadro, ele estava pintando Lisa Gherardini, ou pelo menos em uma de suas camadas.

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A face oculta de Mona Lisa

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